ARTIGO: 2017 e as Políticas LGBT no Alto Tietê

Por Ghe Santos*
É certo que o Prefeito de Itaquaquecetuba é Mamoru Nakashima (PSDB), também é certo que a Câmara Municipal de Itaquaquecetuba terá sua composição extremamente conservadora nos próximos 4 anos, incerto com certeza é a construção de políticas públicas que garantam os direitos da população LGBT. A esperança ainda paira pela manutenção no cargo de Fabiana Costa atual gestora da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres de Itaquaquecetuba em qual foram desenvolvidas sobretudo atividades que garantiram ao menos a presença da temática Direitos Humanos na atual Gestão.
 
Outrossim é se a comunidade LGBT se organizará para garantir a continuidade de sua única forma de protesto a Parada do Orgulho LGBT que no ano que vem deve realizar sua 11ª edição.
 
Sobretudo ressalto que esse não seja o único panorama digamos ruim aos LGBT, em Mogi das Cruzes a atual gestão ainda não viabilizou a construção do Conselho LGBT pleiteada pelo movimento através do Fórum Mogiano LGBT.
 
Com motivos para comemorar está a cidade de Poá que viu em 2016 o surgimento do Fórum Poaense LGBT embora com certo temor de como será a interlocução com o Prefeito eleito Gian Lopes (PR).
 
Outra dúvida fica com a cidade de Guarulhos, única com Órgão Gestor de políticas públicas LGBT a AMADS, se o Prefeito Eleito Guti (PSB) garantirá a existência do órgão lembrando ainda que seu partido o PSB em Guarulhos possui o núcleo de politicas LGBT, o PSB LGBT.
 
Negativamento fica o Condemat (Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê) que ainda não criou Grupo de Trabalho (GT) de Direitos Humanos.
 
Por fim espero que o Alto Tietê com seus 10 municípios em 2017 e pelos próximos 4 anos ampliem a discussão de temas relacionados aos Direitos Humanos e garantam assim os direitos dos LGBT.

*Ghe Santos é Consultor de Politicas LGBT.


Comentários no Facebook