Vereadora Jeruza requer informações sobre contrato coma Sabesp

Parlamentar solicitou a realização de audiência pública para que sejam apresentadas as explicações necessárias  

 Diante das notícias publicadas, recentemente, na imprensa local, sobre a aplicação de multa à SABESP, bem como os rumores de uma possível rescisão contratual com a autarquia, a vereadora Jeruza Lisboa Pacheco Reis (PTB) solicitou informações referentes ao contrato firmado com a municipalidade.

No requerimento aprovado em plenário, a parlamentar indagou sobre os termos que compõem o contrato em vigência. A vereadora solicitou, ainda, saber se foram realizadas reuniões com a SABESP para composição amigável dos assuntos pontuais.

O terceiro pedido da vereadora requer informações a fim de saber se a prefeitura tem intenção de romper o contrato com a autarquia e, em caso positivo, quais seriam as providências e gerenciamento do sistema de fornecimentos de água e coleta de esgoto no município, bem como, se há estudos nesse sentido.

“Concessionária de serviço público continuado, como muitas vezes foi colocada em pauta nesta Casa, causou transtorno a diversos moradores, à maioria dos transeuntes e aqueles que utilizam o leito carroçável da nossa cidade, às vezes a municipalidade acaba de asfaltar uma rua vai a SABESP, faz um buraco e não refaz o serviço adequadamente. Mas, como para todo mal há cura, existe um contrato e ele precisa ser cumprido pela concessionária”.

A vereadora atenta para a necessidade de fiscalizações por parte do Executivo.

“Então entendo eu que as fiscalizações devem vir sim, muitas vezes com aplicação de multas, mas entendo também que a questão de simplesmente rescindir o contrato com a concessionária é algo que deve vir a esta Casa para ser discutido em audiência pública não apenas com parlamentares, mas com a população, é necessária uma discussão plena e ampla para que tenhamos parâmetros, pois onera aquele que mais sofre que é o trabalhador poaense”, destacou Jeruza.

“Fiz uma pesquisa e dos 11 municípios do Alto Tiete, as cidades que têm a água municipalizada têm, também, a água mais cara, portanto é uma faca de dois gumes e que deve ser muito bem avaliada. Solicito que seja feita uma audiência pública nesta Casa de Leis para que sejam trazidas as explicações necessárias porque entendo que é um assunto muito sério e que a questão contratual deve ser levada a termo, se temos um contrato, e ele é bilateral, as partes têm de concluir aquilo que está compactuado em cláusula”. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Câmara de Poá)


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